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    Home»Manutenção Predial»Sistemas obsoletos de climatização pesam no caixa e na lei
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    Manutenção Predial

    Sistemas obsoletos de climatização pesam no caixa e na lei

    20 de abril de 20263 Minutos
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    O aumento das tarifas de energia e as sucessivas ondas de calor têm levado empresas a revisar a eficiência de seus sistemas de climatização. Dados da Empresa de Pesquisa Energética indicam que esses sistemas podem representar cerca de 40% a 50% do consumo elétrico em edifícios comerciais e públicos no Brasil. Ao mesmo tempo, a Lei 13.589 de 2018 tornou obrigatória a implementação do Plano de Manutenção, Operação e Controle, o PMOC, e o descumprimento pode resultar em sanções administrativas, incluindo multas e até interdição de espaços, conforme fiscalização sanitária.

    Patrick Galletti, engenheiro mecatrônico, especialista em climatização e CEO do Grupo RETEC, afirma que operar com equipamentos antigos ou sem manutenção adequada amplia riscos financeiros e jurídicos. “Sistemas obsoletos consomem mais energia, apresentam maior índice de falhas e ainda expõem a empresa a problemas legais quando não atendem às exigências do PMOC”, diz.

    O impacto vai além da conta de luz. Estimativas da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento indicam que cerca de 40% das falhas em sistemas poderiam ser evitadas com manutenção preventiva. Na prática, isso significa menos interrupções operacionais, redução de custos emergenciais e maior previsibilidade na gestão de infraestrutura.

    Impacto financeiro e operacional – Equipamentos antigos tendem a operar com menor eficiência energética, exigindo mais esforço para manter a temperatura adequada e elevando o consumo. Tecnologias mais recentes, como sistemas automatizados e controle inteligente, permitem reduzir o consumo de energia de forma significativa, podendo chegar a até 70% em edifícios comerciais e públicos, segundo especialistas do setor.

    Para o especialista, a diferença entre manter e modernizar não está apenas no investimento inicial, mas no custo ao longo do tempo. “Empresas acabam pagando mais caro ao insistirem em sistemas antigos. O gasto com energia, manutenção corretiva e paradas inesperadas supera o investimento em modernização”, afirma.

    Risco sanitário e responsabilidade legal – A qualidade do ar em ambientes fechados também entra no centro da discussão. A Organização Mundial da Saúde estima que a poluição do ar esteja associada a cerca de 7 milhões de mortes por ano no mundo. Em sistemas sem manutenção adequada, o acúmulo de poeira, fungos e bactérias pode transformar o ar condicionado em um vetor de contaminação, aumentando o risco de doenças respiratórias e afastamentos.

    A legislação brasileira reforça essa responsabilidade ao exigir a execução contínua do PMOC em ambientes de uso coletivo. A ausência desse controle pode levar a penalidades e comprometer a operação de empresas, especialmente em locais com grande circulação de pessoas.

    “A climatização passou a ser uma questão de conformidade. Não se trata apenas de conforto, mas de cumprir normas que impactam diretamente a operação, a saúde das pessoas e a reputação da empresa”, afirma.

    Além do aspecto legal, há reflexos diretos no desempenho das equipes. Estudos da Harvard T.H. Chan School of Public Health mostram que ambientes mal ventilados e com temperatura inadequada afetam a função cognitiva e reduzem a produtividade.

    “A climatização precisa ser tratada como infraestrutura estratégica. Quando bem planejada, ela reduz despesas, melhora o ambiente de trabalho e evita problemas jurídicos. O custo de ignorar isso costuma ser muito maior”, conclui Galletti.


    Luana Clara

    Jornalista e Head da Condo.news, professora de pós-graduação em Comunicação Estratégica e mentora em comunicação no StartupFarm
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    Climatização climatização e Risco sanitário Grupo RETEC Patrick Galletti tarifas de energia
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