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    Home»Administração de Condomínio»Por que prédios comerciais B e C não precisam ser Triple A para voltarem a ser competitivos
    Diego Mattevi opara Unsplash
    Administração de Condomínio

    Por que prédios comerciais B e C não precisam ser Triple A para voltarem a ser competitivos

    31 de janeiro de 20263 Minutos
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    Durante muito tempo, a disputa entre prédios comerciais parecia restrita à localização, à fachada e ao metro quadrado. Porém, esse jogo mudou. Com o avanço do trabalho híbrido, as empresas passaram a escolher com mais critério onde querem estar, e isso abriu uma oportunidade real para prédios comerciais B e C competirem com os Triples A, desde que façam isso com inteligência. 

    A principal diferença, hoje, não está no endereço, mas na experiência. Empresas querem prédios que funcionem bem no dia a dia, que ofereçam fluidez operacional, segurança e previsibilidade. E é justamente aí que a tecnologia passa a ser um investimento estratégico para síndicos que desejam manter seus espaços relevantes. 

    O erro mais comum que vejo é associar tecnologia a grandes obras ou projetos caros. Na prática, os melhores resultados vêm de soluções modulares, escaláveis e focadas em resolver gargalos reais da operação no dia a dia. Automatizar processos, por exemplo, pode fazer com que o empreendimento reduza controles manuais e integre o físico ao digital gerando ganhos imediatos, tanto em eficiência quanto em percepção de valor. 

    Um ponto crítico dessa equação está na gestão do fluxo físico dentro dos prédios. Correspondências, encomendas, documentos e entregas se multiplicaram nos últimos anos, impulsionados pelo e-commerce e por novas rotinas de trabalho. Quando esse fluxo não é bem-organizado, surgem filas, extravios, retrabalho e, principalmente, uma sensação de desorganização que afeta diretamente a imagem do edifício. 

    Por outro lado, quando esse processo é estruturado com tecnologia, por meio de rastreabilidade, controle e automação, o prédio passa a transmitir profissionalismo. As empresas percebem rapidamente quando a operação é eficiente, e não se trata apenas de logística. Quando ressaltamos esses pontos, estamos falando da experiência e da confiança, dois fatores decisivos para quem está avaliando onde instalar sua equipe. 

    E é claro que a segurança também ganha um novo papel nesse cenário. Hoje, prédios B e C podem elevar seus padrões sem intervenções estruturais complexas com soluções que integram controle, registro e monitoramento que ajudam a entender exigências internas das empresas locatárias, além de apoiar práticas de compliance e proteção da informação, cada vez mais relevantes. 

    Outro benefício pouco falado é o impacto da tecnologia na relação entre síndico, administração e ocupantes. Processos mais claros que, consequentemente, possuem menos falhas proporcionam maior transparência para reduzir atritos e melhorar a convivência. É muito importante destacar que um prédio eficiente não é aquele que impressiona à primeira vista, mas o que não gera problemas no dia a dia. 

    No fim das contas, competir com os Triple A não significa imitá-los. Significa entender que o novo luxo do mercado imobiliário corporativo é a eficiência. Prédios que investem em tecnologia aplicada à gestão, aos fluxos e à informação conseguem se diferenciar de forma sustentável, e se posicionam como escolhas inteligentes para empresas que querem voltar ao escritório, mas sem abrir mão de produtividade e controle.


    *Por Thais Mendes, head of customer experience na área de Smart Solutions da Pitney Bowes, empresa global que fornece tecnologia, logística e serviços em todo o mundo.


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