Com a chegada do verão e o aumento da temperatura, cresce também a incidência de pragas urbanas como baratas, formigas, mosquitos, roedores e alguns animais peçonhentos, como escorpiões e lacraias. Mais do que um incômodo, esses agentes representam riscos reais à saúde coletiva, já que podem transmitir doenças, comprometer a qualidade de vida dos moradores e causar acidentes com crianças e pets com complicações que podem levar até à morte. Nesse cenário, a dedetização periódica torna-se uma medida indispensável para manter os ambientes internos em condições ideais de higiene e segurança.
A adoção de métodos de controle eficazes e a definição da frequência adequada de dedetização são fatores determinantes para garantir resultados duradouros. Quando se trata de condomínios, o papel do síndico é fundamental, pois cabe a ele conscientizar os moradores sobre a importância desse cuidado e assegurar que o espaço esteja protegido contra os impactos das pragas.
Entre os métodos mais eficazes de controle de pragas urbanas estão a aplicação de inseticidas específicos, o uso de armadilhas e barreiras físicas, além da adoção de medidas preventivas como a correta destinação de lixo e a manutenção de áreas comuns sempre limpas. No entanto, para que esses recursos tenham efeito duradouro, é fundamental estabelecer uma frequência ideal de dedetização, com regularidade recomendada de seis meses.
Mais do que uma medida de manutenção, o combate às pragas urbanas é um investimento em tranquilidade, segurança e qualidade de vida. Ao unir conscientização, métodos adequados e apoio de assistências, os condomínios podem se tornar ambientes mais saudáveis, amistosos e preparados para enfrentar os desafios da vida urbana.
*Por Anderson Ruiz, superintendente de customer success na Tempo.
