Em um cenário onde o Brasil registrou mais de 46 mil ocorrências de roubo a estabelecimentos comerciais e residências em 2024, a necessidade de blindar perímetros contra falhas humanas tornou-se prioridade estratégica. Dentro desse desafio, em 2025, a evolução dos sistemas de monitoramento encontrou um novo patamar de maturidade com a consolidação de tecnologias que transportam procedimentos físicos para o ambiente digital. No centro dessa transformação, a Revista Remota, aprimorada pelo Grupo Protege, tem reconfigurado o cotidiano de unidades que demandam rigor extremo na triagem de pessoas.
A solução funciona por meio de uma eclusa de segurança — um sistema de intertravamento de dois acessos, onde o usuário é submetido a uma inspeção minuciosa sem contato físico com agentes. O ambiente é equipado com um portal detector de metais com sensores integrados, leitores faciais e câmeras térmicas com inteligência artificial para identificar comportamentos e ações, tudo conectado a uma central de monitoramento 24h que opera via comunicação de voz bidirecional.
A implementação dessa tecnologia reflete diretamente na redução do perigo em áreas de alta rotatividade, potencializando a eficiência operacional ao eliminar as tentativas de acessos indevidos ou a entrada de objetos proibidos em perímetros restritos. Ao centralizar a tomada de decisão em uma estrutura de monitoramento blindada e ininterrupta, as empresas conseguem blindar o profissional de segurança de pressões externas, garantindo que o cumprimento das normas com gestão e controle de todas as entradas e saídas para auditoria de processos e procedimentos.
De acordo com Gilmar Da Silva Machado Junior, gerente geral de segurança eletrônica do Grupo Protege, o impacto da solução ultrapassa os limites da vigilância tradicional. “A Revista Remota vai muito além da barreira física; trata-se de uma inteligência logística que elimina gargalos e falhas procedimentais. Esta tecnologia atua como uma camada de proteção invisível, porém onipresente, que oferece aos gestores de facilities uma visão holística e segura de suas instalações, independentemente do horário ou da complexidade da operação”, afirma o executivo.
Segundo a empresa, o sistema automatiza a triagem e gera logs de registro de acesso e gravações em tempo real, permitindo que a central libere a entrada apenas após a validação total dos sensores e da identidade visual.
