A urbanização é o principal motor de crescimento da indústria da construção. Atualmente, segundo dados da ONU-Habitat, 200 mil pessoas mudam-se para as cidades todos os dias e,
até 2050, 68% da população mundial será urbana.
Um cenário que projeta um ecossistema completo para o desenvolvimento de edifícios e de cidades mais inteligentes, a partir de soluções que entreguem bem-estar a todos que vivem e
trabalham nos centros urbanos.
A construção de prédios cada vez mais altos é um reflexo dessa realidade e vem ganhando força no Brasil. Ocupamos a 15ª posição no ranking mundial de edifícios com mais de 150 metros, de acordo com os dados do Council on Tall Buildings and Urban Habitat – CTBUH, contabilizando 154 empreendimentos, sendo 100 em fase de obra.
A demanda por mobilidade é, portanto, cada vez mais desafiadora para as empresas que se dedicam em transformar as cidades e mover as pessoas no mundo.
Na esteira desse processo, a busca por novas soluções que atendam às necessidades da população urbana é um processo que passa por uma etapa importante: ouvir as dores do mercado. Uma delas, é uma velha conhecida de quem mora em condomínios: ter que buscar
uma encomenda na portaria.
Uma realidade que demonstra que as pessoas buscam comodidade e conforto no dia a dia e
quando chegam em casa querem um elevador que os leve até seu andar com rapidez e
segurança, mas não só isso.
Entendendo esse processo e como melhorar a experiência de quem usa o elevador diariamente para se locomover, desenvolvemos a ideia de um robô delivery para entregas autônomas em edifícios, a partir de inteligência artificial.
Em outras palavras, viabilizar uma solução para que as encomendas cheguem até os moradores pelo elevador sem precisar da intervenção humana. Desta forma, pensamos a inovação com o objetivo de promover novas experiências de mobilidade, interligadas com o dia a dia dos edifícios.
*Por Eduardo Caram, head de novas instalações e modernização da TK Elevator para a América Latina
