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    Home»Finanças»Inadimplência condominial deve chegar a 11% em 2026
    Canva: Banco de Imagens
    Finanças

    Inadimplência condominial deve chegar a 11% em 2026

    7 de março de 20264 Minutos
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    A inadimplência na taxa de condomínio avançou de 9,83% para 11,66% na comparação entre os segundos semestres de 2024 e 2025 no país. Apesar de o indicador ter atingido 11,95% no primeiro semestre do ano passado, o maior patamar desde o início da série histórica, em 2022, houve leve recuo na segunda metade de 2025, ainda assim mantendo o índice em nível elevado. A empresa considera inadimplente o cliente que atrasou o pagamento por mais de 30 dias. 

    Para o levantamento, é considerada inadimplente a unidade com pagamento em atraso superior a 30 dias. O estudo reúne dados de aproximadamente 7 mil condomínios em todo o Brasil e foi elaborado pela uCondo, empresa referência em tecnologia para condomínios, que oferece sistema e app para facilitar a gestão de síndicos e administradoras. 

    Regionalmente, o Nordeste apresentou a maior taxa (13,06%), seguido pelo Sudeste (11,70%), Centro-Oeste (9,00%) e Sul (8,77%). Entre os estados, o Ceará lidera com 16,20% de inadimplência, enquanto São Paulo encerrou o ano com 11,77%, Minas Gerais com 9,24% e o Paraná com 6,93%. 

    No mesmo período, o valor médio da taxa condominial no país também avançou e atingiu R$ 522. Os maiores tíquetes médios foram registrados no Centro-Oeste (R$ 582) e no Sul (R$ 563), enquanto no Sudeste a média foi de R$ 519 e, no Nordeste, de R$ 494. Por estado, o Paraná aparece com o maior valor médio (R$ 724), seguido por São Paulo (R$ 460) e Minas Gerais (R$ 444). 

    Os impactos aparecem na redução de caixa, o adiamento de obras e mais dificuldade para cumprir contratos recorrentes, um alerta para a gestão cotidiana dos condomínios. “Mas a despesa média está crescendo de forma previsível. Isso pede, por parte da gestão, um planejamento orçamentário mais fino, a revisão de contratos de serviços, como limpeza, portaria e manutenção, e o reforço do fundo de reserva para evitar repasses abruptos”, analisa Léo Mack.

    Confira a evolução semestral da inadimplência:

    • 1º semestre de 2022: 9,72%
    • 2º semestre de 2022: 8,65%
    • 1º semestre de 2023: 9,14%
    • 2º semestre de 2023: 9,92%
    • 1º semestre de 2024: 9,99%
    • 2º semestre de 2024: 9,83%
    • 1º semestre de 2025: 11,95%
    • 2º Semestre de 2025: 11,66%

    Confira a evolução semestral da taxa condominial:

    • 1º semestre de 2022: R$ 413
    • 2º semestre de 2022: R$ 440 (+R$ 27; +6,5%)
    • 1º semestre de 2023: R$ 459 (+R$ 19; +4,3%)
    • 2º semestre de 2023: R$ 469 (+R$ 10; +2,2%)
    • 1º semestre de 2024: R$ 494 (+R$ 25; +5,3%)
    • 2º semestre de 2024: R$ 501 (+R$ 7; +1,4%)
    • 1º semestre de 2025: R$ 516 (+R$ 15; +3,0%)
    • 2º semestre de 2025: R$ 522 (+R$ 6; +1,2%)

    Pressão econômica mantém risco elevado nos condomínios

    O aumento da inadimplência em 2025 reflete um ambiente de maior aperto financeiro das famílias brasileiras e não um movimento restrito aos condomínios. Dados do Serasa mostram que 49,7% da população adulta terminou o ano com algum tipo de dívida em atraso, cenário que ajuda a contextualizar o avanço dos atrasos nas taxas condominiais. 

    Léo Mack comenta que a projeção é de que, em 2026, o índice permaneça em patamar elevado, ao redor de 11%. Para os condomínios, uma inadimplência próxima de 12% compromete a previsibilidade do caixa, dificulta o planejamento de despesas e pode pressionar reajustes na taxa para recompor a arrecadação. 

    “Na prática, a cota do condomínio costuma deixar de ser paga quando o orçamento doméstico já está pressionado por outras obrigações. Como há incidência de multa e juros, a dívida tende a crescer rapidamente. Dependendo das regras internas, o morador inadimplente pode sofrer restrições ao uso de áreas comuns e, em situações mais graves, o imóvel pode ser incluído em cobrança judicial”, comenta Léo. 

    O especialista defende que, embora as causas estejam ligadas principalmente ao contexto macroeconômico, a gestão pode reduzir impactos com processos mais estruturados de cobrança e comunicação. A recomendação é reforçar avisos prévios de vencimento, utilizar canais digitais para notificação individualizada e agir rapidamente nos primeiros sinais de atraso, evitando o efeito bola de neve nas contas do condomínio.


    Luana Clara

    Jornalista e Head da Condo.news, professora de pós-graduação em Comunicação Estratégica e mentora em comunicação no StartupFarm
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