Facebook Twitter Instagram
    Condo.news Condo.news
    • Home
    • Assuntos
      • Institucional
      • Notícias do Mercado
      • Manutenção Predial
      • Finanças
      • Inovação e Tecnologia
      • Administração de Condomínio
      • Direito Condominial
      • Vida de síndico
      • Vida em condomínio
    • Condotechs
    • Colunistas
    • Orçamento de serviços para condomínio
    • Financiamento para condomínio
    • Condo.News Summit
    Condo.news Condo.news
    STC Serviços
    Home»Notícias do Mercado»Alheia aos dados, a sensação de insegurança segue em crescimento
    Banco de Imagem: Canva
    Notícias do Mercado

    Alheia aos dados, a sensação de insegurança segue em crescimento

    8 de fevereiro de 20263 Minutos
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Telegram Email

    Uma pesquisa divulgada no último dia 7 de janeiro pelo Ipsos mostra que, para 45% dos brasileiros, crime e violência são as maiores preocupações, seguidas por corrupção (36%) e saúde (34%). Em outro recente levantamento, realizado pelo Datafolha, que ouviu 2.002 pessoas, de 113 municípios, entre os dias 2 e 4 de dezembro, 16% dos entrevistados apontaram a segurança pública como o problema mais grave do país. O setor só ficou atrás da saúde, indicada por 20% dos participantes como a questão mais preocupante, e ultrapassou a economia, que caiu para a terceira posição, com 11% dos votos, no ranking dos assuntos que mais afligem os habitantes do país. 

    Antes disso, em setembro, uma outra consulta realizada por esse mesmo instituto de pesquisa teve 22% das pessoas ouvidas elegendo a criminalidade como o tema mais preocupante. Mas essa sensação é descolada da realidade. 

    Segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública houve uma redução de 11% no número de assassinatos em 2025 na comparação com o ciclo anual anterior. Este é o quinto ano, por sinal, em que foi registrada uma diminuição neste índice. Como então podemos explicar essa situação? 

    O primeiro ponto é que, mesmo em queda, o número de homicídios ainda é absurdo em nosso país e corresponde a 10% das mortes violentas em todo o mundo. Porém, o grande fator da sensação de insegurança está ligado à descrença em soluções, que fomenta o sentimento de não estar seguro em nossas cidades.

    A falta de políticas públicas de segurança interligadas em todo o território soma-se à situação precária que enfrentam nossas polícias e a morosidade na resolução dos crimes. Somente 35% dos casos de homicídio são solucionados, o que nos traz uma sensação muito grande de impunidade e nos leva a desacreditar na capacidade do Estado. 

    Por esta mesma equação é que o mercado de segurança privada cresce tanto. Se não temos o responsável necessário dos governantes, apelamos para as nossas próprias iniciativas para nos sentirmos um pouco mais seguros. 

    As notícias que temos sobre o crescimento e a profissionalização das facções criminosas também nos “provam” que o caminho trilhado não está correto. E isso se transforma em um ciclo que dificulta ainda mais o complexo quebra-cabeça da segurança pública brasileira. 

    Este sentimento de insegurança só será dissolvido quando houver uma atenção maior para os problemas estruturais e de longo prazo. E a existência de uma justiça mais rápida, investimento em inteligência e integração das polícias, além de políticas públicas de maior acesso à moradia, saneamento básico e educação para a população de baixa renda ter possibilidades na vida que vão além do crime. 

    É um caminho complexo e lento, mas que precisa ser encarado para podermos, de fato, mudar a imagem arranhada da segurança no Brasil. 

    Apesar de parecer descolada da realidade, a sensação dos brasileiros condiz com uma população descrente e que em algum momento já foi vítima da criminalidade em algum momento da vida. É o famoso gato escaldado.

    Somente com muito trabalho, envolvimento de todos os poderes e da sociedade civil poderemos sentir real tranquilidade ao viver em nossas cidades.


    Marco Antônio Barbosa

    Especialista em segurança e diretor da CAME do Brasil. Possui mestrado em administração de empresas, MBA em finanças e diversas pós-graduações nas áreas de marketing e negócios
    View all posts
    Came do Brasil colunistas Marco Antônio Barbosa segurança segurança condominial segurança privada
    Compartilhar. Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp Telegram Email
    Artigo AnteriorEntenda por que os swales podem melhorar as cidades

    Posts Relacionados

    Entenda por que os swales podem melhorar as cidades

    8 de fevereiro de 2026

    Como a tokenização e o blockchain estão destravando o real estate no país

    7 de fevereiro de 2026

    Investidores estrangeiros de olho no litoral de Santa Catarina

    6 de fevereiro de 2026

    Comentários estão fechados.

    Cadastre-se e receba as novidades da Condo.news

    Fique por dentro das notícias e informações sobre condomínios.

    Últimos posts

    Alheia aos dados, a sensação de insegurança segue em crescimento

    8 de fevereiro de 2026

    Entenda por que os swales podem melhorar as cidades

    8 de fevereiro de 2026

    Como a tokenização e o blockchain estão destravando o real estate no país

    7 de fevereiro de 2026
    Engelink

    O melhor portal de conteúdo para síndicos e gestores de condomínio.

    Facebook Twitter Instagram YouTube LinkedIn RSS
    Últimos posts

    Alheia aos dados, a sensação de insegurança segue em crescimento

    8 de fevereiro de 2026

    Entenda por que os swales podem melhorar as cidades

    8 de fevereiro de 2026

    Como a tokenização e o blockchain estão destravando o real estate no país

    7 de fevereiro de 2026
    Categorias
    • Administração de Condomínio
    • Condo.News Summit
    • Condotechs
    • Direito Condominial
    • Finanças
    • Inovação e Tecnologia
    • Institucional
    • Manutenção Predial
    • Notícias do Mercado
    • Vida de síndico
    • Vida em condomínio
    © 2026 Condo.news. Todos os direitos reservados.

    Digite acima e pressione Enter para buscar. Clique em Esc para cancelar.