Os dias de férias estão chegando ao fim, mas, a vontade de aproveitar esses últimos momentos na piscina com as crianças, familiares e amigos, não. Apesar disso, os cuidados com limpeza, manutenção e segurança das piscinas aumentam em meio às preocupações com os afogamentos e proliferação de doenças, como a Dengue e gastroenterites.
Para evitar a proliferação da Dengue (Aedes aegypti) e do Norovírus (virose) nas águas das piscinas e em seus arredores, é fundamental realizar um protocolo de manutenção química e física que garante que a água não seja apenas cristalina, mas sanitizada e segura contra o mosquito Aedes aegypti e microrganismos.
“Existem dois aspectos fundamentais para ficarmos atentos neste período de proliferação dos dois vírus: análise do pH da água e limpeza das bordas, onde mosquitos podem depositar seus ovos e demais focos de contaminação.”, orienta Rhuan Félix, influencer técnico em piscinas.
Cuidados essenciais
As pessoas com sintomas de Dengue ou gastroenterites devem evitar o uso das piscinas. As fraldas de bebês e crianças pequenas devem ser verificadas com frequência e devem ser trocadas no banheiro e longe da água. Nadadores devem evitar a ingestão de água durante a natação.
Manter a piscina limpa e segura envolve filtrar a água diariamente, ajustar os níveis de cloro para eliminar larvas de mosquitos e controlar o pH para garantir a eficácia dos tratamentos. A limpeza regular das paredes e do fundo da piscina com escovas adequadas, assim como a aspiração dos detritos, previnem o acúmulo de sujeira.
