Tem academia, coworking, loja de conveniência, night bar, karaokê, rooftop com piscina e churrasqueira. Nos empreendimentos multifuncionais, tudo se resolve sem sair de casa. Com contratos de aluguel flexíveis e uma lista crescente de facilidades, esses prédios superequipados estão se tornando a escolha de quem quer economizar tempo e viver com mais praticidade.
Afinal, cada vez mais as pessoas viajam e trabalham de forma híbrida ou remota, dentro de um movimento global de nomadismo digital. Só no Brasil, 9,5 milhões de trabalhadores já atuam remotamente, segundo pesquisa recente do IBGE, revelando uma mudança estrutural no modo de trabalhar. Esse novo estilo de vida vem transformando o mercado imobiliário e impulsionando o crescimento do modelo. Entre os destaques do setor está a Greystar, empresa de atuação global em desenvolvimento e gestão de empreendimentos multifamily.
“Nosso modelo de locação foi pensado para simplificar a vida dos moradores. Com apenas um boleto, eles têm acesso não só ao imóvel, mas também a serviços essenciais como limpeza, lavanderia, manutenção e todas as contas já incluídas”, explica Cristiano Viola, diretor executivo de operações da Greystar.
“Essa praticidade é especialmente valorizada por empresas que alugam para funcionários expatriados e por locatários estrangeiros, que encontram aqui uma solução completa e sem burocracia”, complementa.
Além da infraestrutura completa, Viola cita a tecnologia como um diferencial para esse tipo de empreendimentos pois permite que os moradores gerenciem do seu celular serviços como encomendas, reservas de áreas comuns, limpeza e manutenção por meio de um aplicativo exclusivo, que simplifica o dia a dia e reforça a proposta de praticidade total.
O contrato flexível é também outro atrativo, explica Viola. Com prazos de 1 a 24 meses, sem exigência de fiador ou seguro fiança, a flexibilidade tem atraído jovens profissionais, executivos e famílias que buscam liberdade de escolha e menos burocracia. “Nos empreendimentos multifuncionais, apartamentos menores ganham protagonismo, enquanto as áreas compartilhadas assumem papel central na experiência de morar”.
